É o bicho!

A riqueza cenográfica do Parque da Mônica proporciona uma ampla exploração dos temas que envolvem o mundo animal.

Neste eixo serão demonstradas as classificações dos animais e apresentados ambientes, cuidados e alertas de ameaças de extinção das espécies.

O tema inicial é uma visão geral do mundo animal e traz classificações de invertebrados e vertebrados (peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos).

Na sequência, vamos falar dos animais de estimação encontrados no Parque.

Para cada um deles serão apresentadas informações, curiosidades e atividades gráficas e artísticas que estimulam as capacidades cognitivas e habilidades motoras e também motivam as crianças a ter respeito e amor pelos animais.

Mingau, Bidu, Monicão, Floquinho e Chovinista compõem o quadro dos animais da vila.

No campo, vamos conhecer os animais do sítio do Chico Bento, que são: a galinha Giselda, a vaca Malhada, o cavalo Alazão, o burrico Teobaldo, o porquinho Torresmo e a ovelha Fofinha.

O assunto seguinte será os animais em extinção:

As causas da extinção das espécies e sua relação com a destruição do meio ambiente. Nesse tema, como exemplo, veremos os animais do Carrossel da Mata, todos ameaçados de extinção, sem exceção.

As atividades, informações e imagens reais desses animais podem despertar o sentimento de combater agora e no futuro as ameaças de destruição e extinção das espécies da nossa fauna e da nossa flora.

O eixo se encerra com a apresentação da Turma da Mata, também presente no Parque da Mônica.

O Parque da Mônica tem uma bicharada que dá gosto de ver!

Vamos conhecer um pouco mais sobre os animais e depois dar um giro pelo Parque, para ver quais encontramos.

O que é um animal?

afinal, o que é um animal?

Animal é um ser que nasce, vive, morre e tem a capacidade de se reproduzir. Existe uma enorme quantidade de espécies de animais, cada uma delas com características próprias.

Elas variam em cor, tamanho, tipo de alimentação, lugar onde vivem e formas de locomoção. Por isso foram inventadas classificações, a fim de se identificarem as particularidades de cada classe de animais.

Quem tem ossinho e quem não tem?

Vertebrados e invertebrados

Os animais vertebrados são aqueles que têm esqueleto interno. Exemplos: pássaros, peixes e cavalo.

Os animais invertebrados são aqueles que não têm esqueleto interno. Exemplos: caracol, borboleta e minhoca.

A minhoquinha é um animal invertebrado

Objetivos
  • Estimular as habilidades motoras;
  • Estimular a criatividade;
  • Reforçar a identificação de um animal invertebrado.

Público-alvo: a partir de 3 anos

Você vai precisar de:
  • Uma meia colorida;
  • Canetinhas;
  • Sacolinhas plásticas;
  • Linha colorida;
  • Tesoura sem ponta.
Passo a passo

Coloque as sacolinhas plásticas dentro da meia e amarre as linhas, para formar os gomos da sua minhoca. Desenhe a carinha da sua minhoca e a decore. Abuse da criatividade!

Uma classificação maior

Existem muitas outras classificações. Juntando-se algumas características, os animais vertebrados dividem-se em: peixes, anfíbios, répteis e mamíferos.

Peixes

 

Anfíbios

répteis

  

Mamíferos

A cobertura que reveste a pele dos bichos varia bastante. Os peixes têm escamas; os anfíbios, uma pele fina. Já pegou em um sapo? A pele dele é gelada e bem fininha. Os répteis têm a pele seca e escamosa; a grande maioria das aves tem penas; e os mamíferos, em geral, têm pelos.

E como eles se locomovem? 

De forma geral, os peixes usam as nadadeiras; os anfíbios, as patas; as aves, asas e patas; os répteis também usam patas, exceto a cobra (que rasteja); por fim, os mamíferos usam patas, pés ou nadadeiras. Vamos encontrar esses bichos no Parque da Mônica?

A Turminha está fazendo uma exploração no mundo natural. Desafio: você já sabe classificar os animais que aparecem nesse ambiente?

A fecundação é bem diferente entre as classes de animais, mas em todos os casos a fêmea tem o óvulo e o macho tem o espermatozoide. Quando os dois se juntam, formam o embrião, que vai crescendo até estar formado. E, aí, o filhote nasce!

O embrião dos ovíparos cresce dentro de um ovo, que pode sair de dentro da fêmea (fecundação interna) ou ser germinado fora dela (fecundação externa). Na fecundação externa, a fêmea libera os óvulos na água e o macho joga em cima deles seus espermatozoides. Seja como for, o embrião se desenvolve dentro de um ovo.

Os embriões dos vivíparos se desenvolvem dentro do corpo da mãe, onde recebem oxigênio e alimento. Os mamíferos são vivíparos e também possuem glândulas mamárias que, nas fêmeas, produzem leite para a alimentação dos filhotes.

   

Ovíparos fecundação interna    

   

Os humanos são mamíferos              

 

Vamos conferir o que aprendemos? Veja nesta tabela as classificações dos animais vertebrados:

Você sabia que existem mamíferos aquáticos? Eles são: cetáceos (baleias, golfinhos e botos), sirênios (peixes-bois) e pinípedes (focas, lobos e leões-marinhos).

  

O morcego e o boto são mamíferos!

Esses animais são exceções, porque a maioria dos mamíferos é terrestre, não voa e possui pelos no corpo.

E você sabia que o pinguim é uma ave?

Os animais no Parque da Mônica

Que tal falarmos dos animais que conhecemos em nosso passeio? Mas, antes, vamos saber o que são animais domésticos e animais silvestres.

Os animais domésticos são aqueles que convivem no meio humano, podendo ser bichinhos de estimação ou ajudantes para o homem, como meio de transporte, trabalho ou alimentação.

Os animais silvestres ou selvagens são os que nascem e vivem em ambientes naturais como florestas, rios e oceanos.

Vamos, então, conhecer os animais que estão no Parque da Mônica!

Bichinhos de estimação

Os animais de estimação são amigos para todas as horas, companheiros. Tudo o que eles pedem são carinho e atenção, mas eles também precisam de cuidados especiais. Você deve:

  • Levar ao veterinário para vacinação e manutenção da saúde;
  • Cuidar da higiene, dando banho e escovando os dentinhos com escova e pasta especiais;
  • Em cães e gatos, fazer a tosa e usar produtos contra pulgas e carrapatos.
  • Denunciar aos órgãos de proteção aos animais se vir alguém praticando maus tratos contra um animal.

Na Vila da Mônica:

Mingau é o gatinho da Magali.

E, como todo gato é curioso, ele transitou pelo Parque inteiro. Parece que se deu bem com todos os visitantes!

  

Olha ele rasgando saco no Engenheiros, dormindo na poltrona da cozinha e se divertindo no Brinquedinho do Parque.

Olha isso! Agora ele está tirando uma soneca em um posto cheio de cães. Esse Mingau...

Você sabe como o Mingau ganhou esse nome?

Foi em um concurso!

Um dia, a Magali se deu conta de que o seu gato precisava de um nome. Recebeu ideias de toda a Turma, mas não gostou de nenhuma. Então, resolveu promover um concurso para que os leitores mandassem sugestões. Foi uma febre total! Saíram chamadas em todas as revistas e, em cinco edições, foram apresentadas histórias sobre o nome do gato.

Entre milhares de cartas, surgiu a vencedora, que mandou o nome Mingau.

 

Fonte: http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2014/07/o-concurso-do-nome-do-mingau.html

Os pelos do gato têm muitas curiosidades!

Quando o gato está assustado, todos os seus pelos se levantam, mas, quando vai atacar, só os pelos da coluna se arrepiam.

Para se limpar o gatinho lambe seu pelo. E faz isso muitas vezes por dia, cerca de 1/3 de sua vida!

De tanto lamber-se, de tempos em tempos, o gato vomita uma bola de pelos.

O pelo do gato não isola bem o calor. Por isso, ele não simpatiza nada, nada com banho de água.

O gato tem doze bigodes de cada lado da face, que servem pra medir distâncias.

 

Superpoderes felinos

Os pelos na orelha do gato direcionam os sons para o ouvido e protegem a orelha. O gato ouve até cinco vezes mais do que os humanos.

Os gatos têm uma sensibilidade extrema a vibrações. Eles sentem um terremoto cerca de 10 a 15 minutos antes.

Eles correm a até 49 km/h em curtas distâncias.

Podem saltar até cinco vezes a sua altura.

O senso de direção dos gatos é impressionante. Eles conseguem retornar a um lugar mesmo que distante.

Os gatos podem cair de alturas enormes sem se machucar, talvez porque sejam muito flexíveis. As costas dos gatos têm mais de 53 vértebras, enquanto as dos humanos têm apenas 34. Também pode ser pelo seu reflexo de endireitamento. Seus olhos, os órgãos e o ouvido interno dizem ao gato onde é que ele está no espaço, para que consiga aterrar em pé. Existem gatos que sobreviveram a quedas de até 20 metros!

Depois de tanta façanha, o gatinho dorme muito. Passa cerca de 2/3 do tempo tirando uma soneca.

Só mais uma coisa: quando seu gatinho estiver roçando em você, saiba que além de demonstrar afeto ele está marcando território.

Fonte: http://www.becodosgatos.com.br/curiosidades.htm

Veja o Franjinha com seu cãozinho Bidu.​

Imagine você parar em um posto onde todos os atendentes são cachorros.

Pois é, o Bidu ganhou um posto de abastecimento e, nele, quem atende são seus amigos caninos.

Que maluquice!

Os atendentes do Posto do Bidu

Quanto cartaz, hein, Bidu? Além do posto, o cãozinho mais antigo da Turma ainda ganhou um quadro da Marina e uma foto na galeria da fama.

 

                           Quadro da Marina

                           Galeria da Fama

Franjinha e Bidu

Você sabia que esses dois são amigos há muiiito tempo? Na verdade, eles foram os primeiros personagens da Turma. Eles apareceram na primeira tirinha do Mauricio, que está no Parque da Mônica. Você reparou? Não? Então, veja abaixo.

 

Mônica e Monicão

Este é o Monicão.

 

Você reparou como ele se parece com a dona? Estamos falando da Mônica, é claro!

Ela é muito cuidadosa com seu cãozinho. Adivinha onde eles estão?

 

Cebolinha e Floquinho

Depois de tirar a foto pra galeria da fama, o Floquinho sumiu. Mas você já sabe onde ele estava: se divertindo no postinho do Bidu!

 

Dorinha e Radar

Aí estão a Dorinha e seu cão Radar. Além de ser um grande companheiro, ele também a ajuda no reconhecimento de terreno. Agora eles estão no brinquedo Engenheiros do Parque.

Não fique receoso quando um cachorrinho der uma lambida em você. Fique sabendo que a boca de um cachorro, normalmente, tem menos bactérias e germes do que a boca dos humanos.

Sabe por que os cachorros enterram os ossos? Porque herdaram esse hábito de seus ancestrais lobos. Eles enterravam os ossos e as sobras para os tempos de escassez de caça.

Os cães têm um superolfato. Imagine que, enquanto os humanos possuem 5 milhões de receptores de odores, os cães possuem 200 milhões! São 195 milhões a mais.

Em 1957, o primeiro cão foi enviado ao espaço. Na verdade, foi a cadelinha russa chamada Laika. Infelizmente, ela não resistiu e morreu. Quem sabe ela não é uma das estrelinhas do céu?

O coletor de impostos alemão Karl Friedrich Dobermann (1834–-1894) deu uma de cientista maluco. Ele fez o cruzamento de quatro raças que resultou numa raça muito popular: o dobermann!

O rottweiler é uma raça mais antiga do que se imagina. Só para se ter uma ideia, ele já era usado como cão de pastoreio pelas legiões romanas.

O nariz de cada cachorro é único, assim como nossa impressão digital.

Não existem mais huskies siberianos na Sibéria.

Os cães têm cerca de 100 expressões faciais, a maior parte delas feita com as orelhas.

Fonte: Associação dos Amigos dos Animais do Porto./ http://www.aaaporto.org/

Cascão e Chovinista

O bichinho de estimação do Cascão é o fiel porquinho Chovinista. Eles estão brincando no Ce-bolinhas. Será que ele acha que vai chover dentro do Parque?

Objetivos
  • Promover as primeiras noções de economia doméstica;
  • Estimular o raciocínio lógico matemático;
  • Desenvolver a coordenação motora fina;
  • Incentivar a criação e produção de manifestações artísticas.

Público-alvo: crianças a partir de 4 anos.

Você vai precisar de:
  • Garrafa PET;
  • Tira de EVA do tamanho do rótulo;
  • Duas orelhas em EVA no formato de coração;
  • Dois olhinhos em EVA;
  • Dois círculos pequenos pretos em papel cartão, para o focinho (sugestão: usar furador de folhas);
  • Quatro tiras de EVA.
Passo a passo

Tire o rótulo e depois corte uma tira de EVA do mesmo tamanho.

Cole a tira no lugar onde estava o rótulo.

Cole os pedaços de EVA em formato de coração no lugar das orelhas.

 

Cole os olhos e os círculos no focinho.

 

Enrole as tiras de EVA, cole e depois afixe no lugar das pernas.

 

Faça um lacinho para as porquinhas e, para os porquinhos, uma gravata borboleta!

*Observação:

Para as crianças maiores, pode ser feito um corte nas costas do porquinho, pelo qual serão introduzidas as moedas. Já as crianças menores podem guardar o dinheiro pela tampa.

E os animais de estimação do Chico Bento?

O Chico Bento tem mais de um bicho de estimação. São os animais do sítio, que, além de serem companheiros, ajudam muito a família do Seu Bento. Você se lembra deles no Parque da Mônica?

A fiel amiga GISELDA.​

Também há as outras galinhas do sítio, que fornecem ovos.

 

As galinhas de granja colocam de 1 a 2 ovos por dia e, às vezes, pegam ovos da vizinha para chocar.

Estima-se que há 24 bilhões de galinhas no mundo.

As galinhas vivem cerca de 15 anos.

Quando o tempo vai mudar, elas são as primeiras a se recolher. Quando isso acontece, o dono da granja já se prepara.

Galinhas de granja não voam (pois elas são muito gordinhas). Já as galinhas silvestres voam por pequenas distâncias.

A diferença entre um ovo de coloração branca e um ovo de coloração amarela é a raça da galinha.

Geralmente, as galinhas que põem ovos amarelos são maiores e comem mais; já as galinhas que põem ovos brancos são menores e comem menos.

Pintinho amarelinho

Objetivos
  • Incentivar a criança a criar seus brinquedos e valorar sua iniciativa;
  • Estimular o amor aos animais;
  • Desenvolver a coordenação motora ampla.

Público-alvo: a partir de 3 anos

Você vai precisar de:
  • Caixa de ovos;
  • Cartolina laranja/amarela;
  • Cola branca;
  • Tesoura sem ponta;
  • Caneta preta;
  • Tinta guache amarela;
  • Fita adesiva.
Passo a passo

Recorte a caixa de ovos, separando as cavidades. Cole duas partes com fita adesiva, formando o corpo do pintinho. Pinte de amarelo ou da cor que preferir.

Enquanto seca, você pode recortar as asas, as patinhas e o bico nas cartolinas amarela e laranja. Depois é só colá-los no corpo do pintinho.

Agora, basta pintar os olhinhos com a caneta preta e seu pintinho já estará pronto!

A vaca Malhada

A vaquinha Malhada fornece o leite, que pode ser usado para a produção de queijos, manteiga e outras gostosuras.

Os bovídeos (vacas e touros) são animais extremamente importantes para os homens. Além da carne e do couro, fornecem-nos o leite. Em média, uma vaca consegue produzir 25 litros de leite por dia, o que equivale a 125 copos médios. É muito, não é?

Uma vaca vive aproximadamente 25 anos e com dois anos já é adulta.

É possível mandar uma vaca subir escadas, mas fazê-la descer é impossível.
As vacas passam de seis a oito horas mastigando. Elas foram domesticadas há cerca de 5.000 anos e são consideradas animais sagrados pela religião hindu (Índia).

Estudos demonstram que as vacas gostam de música e que produzem mais leite se estiverem próximas de melodias calmas.

Os touros correm mais depressa ladeira acima do que ladeira abaixo.

Teobaldo

O burrico Teobaldo leva o Chico para todo lugar e também transporta, na carroça, as colheitas das plantações.

 

fofinha e Alazão

Os carneiros do sítio fornecem a lã pra todo mundo ficar bem quentinho no inverno. E o cavalo Alazão, assim como o burrico Teobaldo, leva o Chico para todos os cantos.

 

Outra ovelha fofinha

Objetivos
  • Incentivar a criança a criar seus brinquedos e a valorizar sua iniciativa;
  • Estimular o amor aos animais;
  • Desenvolver a coordenação motora ampla.

Público-alvo: crianças a partir de 4 anos

Você vai precisar de:
  • Fita crepe;
  • Cola branca;
  • Bolinhas de algodão;
  • Canudinhos pretos;
  • Papel cartão preto e cartolina branca;
  • Caneta preta.
Passo a passo

Faça uma bola de jornal.

Cubra a bola com fita crepe.

Faça quatro furinhos e coloque neles os canudinhos.

Cole bolinhas de algodão em toda a superfície da bola.

Recorte o papel cartão preto em três pedaços: dois em formato de gota e um, oval.

Monte o rosto da ovelhinha e cole-o no corpo.

* As ovelhas são chamadas de ruminantes porque têm um estômago com quatro câmaras. Isso significa que elas conseguem digerir grãos que outros animais (tais como o cão, por exemplo) não conseguem.
* Apesar de não ser a sua atividade preferida, as ovelhas também conseguem nadar, quando é preciso (inundações etc.).
* Havia pelo menos 2.386 espécies diferentes de ovelhas no País de Gales, antes de ele ser habitado.
* Se uma ovelha for virada de patas para o ar, ela não se conseguirá levantar-se sozinha. Se uma ovelha ficar muito tempo de barriga para cima, ela morre. Por isso, quando vir uma ovelha nessa situação, por favor, ajude a colocá-la de pé.
* As ovelhas fazem "mééééé" em tons diferentes. Algumas chegam quase a fazer "muuuu" como as vacas, enquanto outras quase não são ouvidas.
* As ovelhas não gostam de carinho no pelo. Assim que são tosquiadas, tornam-se extremamente amigáveis.
* As ovelhas não têm os dentes incisivos de cima.
 

Fonte: http://www.vagueira.com/ovelhas.html

Você sabia que existem cavalos domesticados e cavalos selvagens?

Falando em animais silvestres, que tal fazer uma atividade superbacana com cavalos, zebras e girafas?

Objetivos
  • Desenvolver o raciocínio logico abstrato;
  • Desenvolver a coordenação motora ampla;
  • Motivar o gosto pelas artes;
  • Estimular o afeto e o respeito pelos animais.

Público-alvo: A partir de 3 anos

Você vai precisar de:
  • Pregadores de roupa;
  • Cartolina ou papel cartão;
  • Lápis de cera ou tinta guache.
Passo a passo

Imprima moldes da girafa, da zebra e do cavalo. Esse molde deve estar na proporção de uma folha sulfite A4.

Cole o molde em uma cartolina ou em papel cartão branco e depois recorte.

Pinte o molde da zebra com listras brancas, o da girafa, com pintinhas e o do cavalo, de acordo com o gosto do artista.

Pinte dois pregadores com a estampa da girafa; outros dois, com a da zebra e mais dois, com a do cavalo.

Agora e só montar seus animais e, depois, brincar com eles.

Torresmo

Esse é o Torresmo, o porquinho de estimação do Chico Bento.

No sítio do Chico, sempre aparecem novos bichinhos, como coelhos e macacos.

Ah, e existe também o ribeirão cheinho de peixes, onde Chico Bento e Zé Lelé passam muitas tardes pescando.

Peixinhos, peixinhos

Que tal fazer um aquário com lindos peixinhos?

Objetivos
  • Desenvolver o raciocínio lógico abstrato;
  • Desenvolver a coordenação motora ampla;
  • Motivar o gosto pelas artes;
  • Estimular o afeto e o respeito pelos animais;
  • Familiarizar-se com figuras geométricas: círculo e triângulo.

Público-alvo: a partir de 3 anos

Você vai precisar de:
  • Tampinhas de refrigerante ou água;
  • Embalagens de isopor ou EVA;
  • Tintas guache;
  • Cola.
Passo a passo

Separe as tampinhas de garrafas PET e embalagens de isopor, geralmente encontradas em pacotes de frios, carnes e verduras nos supermercados.

Uma bandeja de isopor será utilizada para a base e as outras serão recortadas pelo professor em triângulos e semicírculos.

Pinte as tampinhas, os triângulos e os semicírculos que irão compor os peixinhos.

Agora é só colar tudo na bandeja de isopor. Aproveite para fazer umas ondinhas em seu aquário.

 

*Observação:

Para as crianças mais novas, os peixinhos podem ser de uma só cor, com enfeites colados (bolinhas, lantejoulas ou listras coloridas). A partir dos 5 anos, elas devem ser incentivadas a fazer suas próprias estampas.​

Animais silvestres

Animais brasileiros no Carrossel da Mata:

Lindos, raros e ameaçados de extinção

 

Existem animais que estão praticamente desaparecendo do planeta! Isso é, no mínimo, muito preocupante, pois qualquer espécie animal ou vegetal, por mais simples que seja, tem muito valor para o meio ambiente e é insubstituível.

A partir de agora, vamos descobrir as causas disso, conhecer esses animais e também saber o que está sendo feito para mudar esse quadro.

 

Desrespeito ao meio ambiente é a principal causa da extinção

Você já reparou quantas notícias temos visto atualmente sobre desmatamento de florestas e queimadas em diversas regiões? Pense em quantos animais morrem ou ficam “desabrigados” por essas ações inconsequentes do ser humano. Pois, então, fica fácil perceber que o principal motivo da extinção dos animais é a destruição de florestas, seja pelo desmatamento, seja por queimadas.

Para se ter uma ideia da gravidade disso, atualmente, só na Amazônia, a área total afetada pelo desmatamento da floresta corresponde a mais de 350 mil km2, em um ritmo de vinte hectares por minuto, trinta mil hectares por dia e oito milhões de hectares por ano.

A poluição também contribui para a extinção de animais, pois prejudica diretamente o ciclo de vida de muitas espécies.

Outro fator é a caça em busca de aproveitamento de partes desses animais, como por exemplo para obtenção de carne, gordura, peles, plumas, troféus e lembranças. A coleta de ovos para venda também é bastante comum, pois gera lucro para os caçadores.

O tráfico de animais é outro fator de muita preocupação. De acordo com a Polícia Federal, a cada ano, doze milhões de animais, a maioria integrante da lista de espécies em extinção, são apanhados da fauna brasileira, sendo 30% deles enviados ao exterior. Esses animais são transportados em condições precárias, ficam doentes e chegam a morrer fora de seu habitat natural.

Veja uma matéria no site do IBAMA sobre o assunto: www.ibama.gov.br/fauna/trafico/procedimentos.htm

 

Números da extinção

Até o final de 2008, cientistas identificaram cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas em processo de extinção. Desconfia-se que ainda existem mais de trinta milhões a serem identificadas, a maior parte delas em regiões de florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem cem espécies a cada dia.

Lista de animais em extinção: www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/fauna.htm
 

Combatendo a extinção

No Brasil, o órgão responsável por cuidar do meio ambiente e, especificamente, por reverter o quadro da extinção animal é o IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis. Esse órgão fiscaliza, muitas vezes em conjunto com a Polícia Federal, tudo que é relativo ao meio ambiente. Assim, está sempre em alerta para as questões do desmatamento, a repressão ao tráfico de animais e as possibilidades da procriação de espécies em cativeiro, para diminuir o risco de os animais serem extintos. Depois de crescidos, os bichos são introduzidos em seu habitat natural.

 

Incentive seus alunos a combater a ameaça de extinção dos animais

Cada um de nós pode ajudar, mesmo estando longe deles. Uma forma de prestar socorro é denunciar qualquer tipo de agressão ao meio ambiente, como desmatamento, queimadas etc. Veja como você pode contribuir para o fim do tráfico de animais:

  • Não compre nenhum tipo de artesanato que tenha alguma parte retirada de animais, como penas, couro etc.;
  • Não use roupas provenientes da pele de animais;
  • Canários, maritacas e aves em geral costumam ser os mais traficados. Portanto, oriente amigos e parentes que tenham o hábito de manter esses animais presos em gaiolas a parar com essa atividade;
  • Denuncie sempre que perceber ações de maus tratos e manutenção de animais em cativeiro.

 

Curiosidade

Um estudo de pesquisadores australianos mostrou quais fatores devem ser levados em consideração no momento de escolher uma espécie animal para salvar da extinção. São eles: o custo para salvar a espécie, o quanto ela é economicamente útil e geneticamente diversificada, além da sua capacidade de sobrevivência.


 (Fonte: http://www.totalnews.com.br/Ciencia-e-Saude/estudo-ensina-prioridades-para-salvar-animais-da-extincao)

Quando uma espécie entra em extinção, ela deixa de existir, desaparece totalmente do planeta. As causas variam, mas em geral são:

  • Depredação do meio em que vivem. Se você maltrata a mata, os animais ficam sem alimentos, sem lugar para descansar, e acabam morrendo. Seria o mesmo que se alguém incendiasse a cidade onde você vive.
  • Caça predatória, predadores. Caçadores que executam animais afetam todo o meio ambiente. Por exemplo: jacarés comem piranhas; se eles são mortos, as piranhas se multiplicam e, quando o gado for atravessar o rio, elas avançam no rebanho e podem exterminar todos os bichos.

Para tentar controlar esse processo e tirar os animais do risco de extinção, muitos países e organizações não governamentais, como o Greenpeace e o WWF (World Wide Fund for Nature), criaram esquemas e leis de proteção ambiental para evitar a exploração indevida da caça e o desmatamento das florestas, que servem de habitat para um grande número de espécies ameaçadas.

Você pode conhecer melhor associando-se a entidades como Greenpeace e WWF.

 

Conheça o site do projeto Eco Kids:

http://www.ecokidsecoteens.mpba.mp.br/pagina-exemplo/o-programa/

No Parque da Mônica... 

Os animais do Carrossel (a onça-pintada, a paca, o boto-cor-de-rosa, o camaleão, o tamanduá-bandeira e a coruja-brasileira) estão todos ameaçados de extinção.

  

  

Veja trechos de artigos que mostram como esses animais estão ameaçados:​

 Onça-pintada

A onça-pintada faz parte da cadeia alimentar da Mata Atlântica. Estudos científicos mostram que o houve uma redução de 80% no número de onças-pintadas nos últimos 15 anos nesse meio.

Fonte: Folha de São Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2014/01/1403315-onca-pintada-corre-risco-extremo-de-extincao-na-mata-atlantica.shtml

Tamanduá-bandeira

Há vários motivos para a ameaça de extinção do tamanduá-bandeira: a destruição de seu habitat natural (agropecuaristas fazem queimadas nas matas onde eles vivem), a caça indiscriminada e predadores.

As fêmeas têm um único filhote, que é muito frágil e fica em suas costas por um ano. Muitas mamães tamanduás não aguentam carregar suas crias e, por isso, acabam deixando-as vulneráveis aos predadores.

Fonte: Calandra do Cerrado

http://www.caliandradocerrado.com.br/2009/05/em-extincao.html

Paca

Apesar de não estar na lista brasileira da fauna ameaçada de extinção, a paca é um animal muito caçado por pessoas que se alimentam de sua carne. Outros alegam que a caçam porque esse animal ataca plantações como as de milho.

Fonte: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/paca-agouti-paca-linnaeus-1758/

Boto-cor-de-rosa

Recentemente, duas ameaças a esse bichinho se intensificaram bastante: a pesca do piracatinga e a construção de hidrelétricas.

Estima-se que cerca de seiscentos botos são mortos por ano no Brasil, para servir de isca para a pesca da piracatinga (um peixe caro, que é vendido para outras regiões e para o exterior).

A construção de hidrelétricas pode isolar populações de botos e afetar os peixes da região, que são a sua principal fonte de alimentação.

Fonte: WWF

http://www.wwf.org.br/participe/adote_boto/

Corujas

Muitas corujas estão em extinção, principalmente aquelas que vivem muito perto das pessoas, como as corujas-buraqueiras.

Já a coruja-pintada, por exemplo, vive nas florestas históricas e antigas e prefere fazer ninhos em árvores mais velhas e altas. Mas, se as corujas ficam sem lugar nas árvores para fazer seus ninhos, recorrem a telhados de casas onde é mais difícil conseguir alimento e proteção. Outras corujas das florestas são ameaçadas pela derrubada de árvores.

Fonte: Portal São Francisco

http://corujasanimaisimpressionantes.blogspot.com.br/2011/07/corujas-em-extincao.html

http://www.portalsaofrancisco.com.br/animais/coruja-buraqueira

Camaleão

Infelizmente, o número de camaleões selvagens na natureza tem diminuído muito por vários motivos, como as alterações de seu habitat natural, a poluição e o desmatamento.

Um exemplo é o Calumma tarzan, que ganhou esse nome por ter sido descoberto em uma região de Madagascar conhecida como Tarzanville, em 2009. Ele é um dos 22 répteis terrestres de Madagascar ameaçados de extinção – principalmente porque as florestas tropicais estão sendo derrubadas.

Fonte: ANDA Agencia de Notícia de Direitos Animais

http://www.anda.jor.br/15/11/2011/confira-novas-especies-ameacadas-de-extincao

Você conhece a lenda do boto-cor-de-rosa?

O boto é um cetáceo que é da mesma família dos golfinhos. Vive nos rios, é extremamente inteligente e rápido e salta até cinco metros de altura.

Há uma lenda na Amazônia que diz que, em noites de festas juninas, o boto se transforma em um belo rapaz. Veste-se elegantemente com um terno branco e um chapéu para esconder o orifício em sua cabeça, que é por onde ele respira. Ao avistar a mais bela jovem, ele a galanteia, a seduz e a leva para o rio. De manhã, a jovem volta grávida do boto.

Existem comunidades que levam a lenda a sério. Tanto que, em noites de festa, as moças pedem para os rapazes tirarem seus chapéus, para verificar se eles não têm um orifício na cabeça.

As atividades variam de acordo com a idade.

Objetivos
  • Familializar com as lendas brasileiras;
  • Estimular o gosto pelas artes;
  • Estimular a criatividade;
  • Desenvolver a coordenação motora fina;
  • Promover o amor aos animais.

Público-alvo: crianças de 5 a 7 anos

Você vai precisar de:
  • Uma garrafa PET de 2 litros;
  • Gotinhas de corante alimentar azul;
  • Estrelinhas ou glitter furta-cor;
  • Água;
  • Molde de boto do carrossel do Parque em EVA para ser recortado.
Passo a passo

Coloque água na garrafa até a metade, na horizontal. Em seguida, adicione gotinhas de corante alimentar azul e as estrelinhas ou glitter.

Recorte o molde do boto.

Coloque na garrafa e feche.

As crianças vão se divertir movimentando o animal dentro da água.

O professor pode falar: “Vamos tirar o boto do carrossel por alguns instantes, para que possa ficar no rio e, quem sabe, sair para a festa junina!”.

Livro comunitário

Público-alvo: crianças de 8 a 10 anos

Você vai precisar de:
  • Folha sulfite A4;
  • Canetas hidrocores (várias cores);
  • Lápis de cera coloridos;
  • Lápis coloridos.
Passo a passo

O professor divide a classe em duplas. Cada uma delas terá uma semana para apresentar desenhos sobre um trecho pré-determinado da lenda, com uma legenda embaixo.

 

Ao final do prazo, as ilustrações serão reunidas e encadernadas, de modo que a classe terá o seu próprio livro.

 

Exemplo:

A noite estava clara e iluminada pela lua cheia. (desenho da dupla 1)

Ao longe, escutava-se a música do sanfoneiro. (desenho da dupla 2)

As águas estavam agitadas. (desenho da dupla 3)

No meio do rio, surge o boto-cor-de-rosa. (desenho da dupla 5)

A esta altura, a festa junina já estava cheia. (desenho da dupla 6)

Havia quadrilhas. (desenho da dupla 7)

Eram muitas barracas. (desenho da dupla 8)

Também acontecia um baile. (desenho da dupla 9)

Na margem do rio, percebe-se alguém se movimentando. (desenho da dupla 10)

Era ele, um belo e elegante rapaz de terno branco e chapéu. (desenho da dupla 11)

E assim por diante...

Teatro

O teatro tem objetivos específicos, que aqui são destacados.

Objetivos
  • Despertar a criatividade e iniciativa;
  • Aprimorar o vocabulário;
  • Estimular a leitura;
  • Aprimorar a percepção sensorial;
  • Desenvolver a comunicação não verbal (música, desenho e expressão corporal);
  • Desenvolver a comunicação verbal (escrita e falada);
  • Estimular capacidades como planejamento, abstração, raciocínio lógico e atenção.
  • Melhorar a autoestima;
  • Valorizar as diferenças e promover a integração da turma;
  • Estimular mudanças de comportamento;
  • Promover a autodisciplina e o respeito ao outro.

Público-alvo: crianças de 11 a 12 anos

Passo a passo

Pedir à turma que pesquise sobre a lenda.

Levar pesquisas para a sala de aula e falar sobre a lenda.

Rever e contar novamente a lenda com o maior número de detalhes possível.

Criar com a turma a continuação da lenda. Por exemplo, o boto não consegue hipnotizar uma moça e acaba se apaixonando por ela.

Os núcleos: além dos personagens principais, existem outros que circundam a trama central. Por exemplo, os parentes da moça, os organizadores e os participantes da festa junina (evento em que o boto se transforma), das danças, das barracas etc.

Escrever o roteiro com ou sem a turma. Para isso, trace a sequência de fatos e depois vá montando as cenas.

Ler com a turma duas vezes o roteiro e, depois, distribuir os papéis. Os alunos falarão sem texto, baseando-se no que já conhecem da história. Os papéis vão sendo trocados até que a própria classe escolha os personagens principais. Se houver empate, será feita uma nova apresentação para que o professor decida.

Quem não estiver na peça deverá encarregar-se de outras funções, como cenografia, sonoplastia, figurino, produção e divulgação. Se todos quiserem representar, as funções serão acumuladas.

No palco ou na classe, realizar ensaio com o roteiro e também acertar o posicionamento em cena.

Apresentar a peça para a comunidade escolar e os pais ou responsáveis.

Apresento a vocês a Turma da Mata no Parque da Mônica

JOTAlhão

Jotalhão faz parte da Turma da Mata. É um elefante verde, charmoso, extremamente sensível e amigo.

E foi por causa do seu charme que ele alcançou, rapidamente, o sucesso e a fama de “elefante mais amado do Brasil”.

Às vezes, ele participa de histórias ao lado da Turma da Mônica, mas o mais comum é dividir as páginas com os amigos Raposão, Coelho Caolho, Tarugo e Rita Najura, uma formiguinha eternamente apaixonada por esse elefante tão querido.

 

     

Nesse reino, o Raposão, o Luiz Caxeiro, o Coelho Caolho e a Rita Najura são brasileiros. Já o Rei Leonino e o Jotalhão vieram da África!

São diferentes, mas se completam, não é?

 

Turma da Mata

Uma formiga apaixonada pelo elefante Jotalhão. Tenta de todas as formas casar-se com ele, com o argumento de que o amor é cego e que não importa a diferença de tamanho entre os dois.

Esse cágado, que na maioria das vezes é confundido com uma tartaruga ou com um jabuti, é o intelectual da Turma da Mata. Mantém longos papos com o Raposão e o Jotalhão e é compadre do Coelho Caolho, de quem apadrinhou alguns filhotes.

Um leão que faz questão de usar coroa e cetro e ter um trono. É o rei, com todas as implicações de seu cargo. Sente também a solidão dos poderosos, que dominam, mas não têm amigos verdadeiros. É assessorado pelo Ministro Luís Caxeiro. Tenta ser atuante e majestático, mas geralmente se complica por ingenuidade ou excesso de autoridade.

Raposão é esperto, falante e inteligente. Foi criado no início da década de 1960 e é um bom amigo e compadre do Coelho Caolho. Tanto que já até perdeu a conta dos filhotes do Coelho Caolho que ele batizou.

Primeiro-Ministro do Rei Leonino. É um típico puxa-saco do Rei.

Conclusão

Agora, ficou fácil compreender os animais domésticos e silvestres. Também vimos os animais em extinção e os animais brasileiros e de outros lugares.

É a bicharada do Parque da Mônica ilustrando o seu conhecimento!